Gibraltar é um território ultramarino britânico na costa sul da Espanha. Está a cerca de três horas de Granada e pela proximidade e por sua beleza, é uma visita quase obrigatória. Colonizado pelos mouros na Idade Média e depois governado pelos espanhóis, o território foi cedido aos britânicos em 1713. Hoje conta com cerca de 40 mil habitantes.
Como já havia dito quando visitei Marrocos, o Estreito de Gibraltar está entre o sul da Espanha e norte da África, unindo o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. São apenas 15 quilômetros que separam os dois continentes.
Uma das principais atrações de Gibraltar é o rochedo de mesmo nome, um calcário com 426 metros de altitude, onde subimos de teleférico e de onde se tem vistas panorâmicas deslumbrantes, inclusive da África.




Moradores habituais do Rochedo de Gibraltar, os macacos estão por toda parte. São ousados, não podem ver uma bolsa feminina aberta que pegam o que tem dentro e estão acostumados com os turistas que visitam o local. São uma atração à parte.



Para os visitantes que subirem de teleférico, há a opção de descer da mesma forma ou voltar a pé conhecendo outras atrações. Foi o que decidimos fazer. É um caminho longo, de descida, mas paramos para visitar a Cueva de San Miguel na Reserva Natural de Upper Rock e a Windsor Suspension Bridge.








O centro de Gibraltar é uma graça com todas as caraterísticas de uma cidade inglesa. A Main Street é onde ficam as lojas com todo tipo de artigo, que tem fama de ter preço bom. Percorrer a rua é uma delícia mas nós não achamos que vale a pena comprar. Tudo é vendido em libra, a moeda inglesa, e cada loja pratica um câmbio diferente.






Uma característica curiosa de Gibraltar descobrimos assim que passamos pela imigração. A cidade é cortada pelo aeroporto. O trânsito é interrompido naquela área quando um avião vai decolar ou pousar no Gibraltar Airport Highlights.
